Ria de Aveiro


A Ria de Aveiro é uma lagoa costeira de baixa profundidade e extensas zonas entre marés. Estende-se por 45 km ao longo da costa ocidental de Portugal desde Ovar até Mira. A área total da Ria que está coberta durante a preia-mar varia entre 83 km2 em maré viva e 66 km2 de maré morta. A profundidade média é de cerca de um metro e a profundidade máxima, é mantida artificialmente nos canais de navegação, entre os 4 e os 7 metros. A comunicação com o oceano faz-se através do canal da Barra com 1,3 km de comprimento, 350 m de largura e 20 m de profundidade.

Pode ser dividida em três zonas principais: a zona sul inclui os canais de Ílhavo (Boco) e Mira, respetivamente com 7 e 14 km de comprimento e 200 e 300 metros de largura máxima. O Canal de S. Jacinto - Ovar na zona norte tem 25 km de comprimento. No seu extremo norte este canal é muito pouco profundo dando origem a uma rede complexa de pequenos canais e bacias. A terceira zona, com uma geografia muito complexa, termina em frente à foz do rio Antuã e é designada por Ria Murtosa.

Até há cerca de 10 séculos a Ria não existia, desaguando os rios diretamente no oceano. Nessa altura, iniciou-se o desenvolvimento de duas línguas de areia, uma a norte em Espinho e outra a sul próximo do Cabo Mondego. Ao longo do tempo a localização da Barra foi variando entre Torreira e Mira, com períodos em que a lagoa estava completamente isolada do oceano. Em 1808 foi construída a atual Barra, fixada por dois molhes.

Os rios Vouga e Antuã constituem as principais fontes de água doce. A circulação no interior da lagoa é dominada pela maré. Na costa ocidental de Portugal a onda de maré propaga-se de sul para norte. A maré penetra no interior da Ria através do canal da Barra e propaga-se a baixa velocidade ao longo dos canais. A velocidade de propagação é tão baixa que em alguns locais o estado de fase pode ser oposto àquele que se verifica no oceano. Os atrasos de fase são maiores em maré baixa podendo atingir 5 horas, nos extremos dos canais de Mira e de S. Jacinto - Ovar (Vicente, 1985). As velocidades máximas da ordem de 1 m/s ocorrem na zona da barra, nos canais mais estreitos e profundos.

 

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